Mudar para eslingas de elevação leves economiza dias na instalação do parque eólico

Rapidez, segurança e redução nos custos operacionais

Os parques eólicos offshore estão crescendo na Europa. Os custos de instalação e operacionais estão caindo rapidamente, e a quantidade de energia gerada está aumentando graças ao advento de turbinas maiores. A desvantagem é que maior também é sinônimo de mais pesado. Os avanços tecnológicos em elevação e instalação estão desempenhando um papel importante em reduzir ainda mais os custos. As eslingas Gleistein fabricadas com Dyneema® SK78 ajudaram a reduzir o prazo de transbordo em 3,5 dias.

Turbinas mais pesadas exigem eslingas mais resistentes

Nos últimos anos, as eslingas fabricadas com fibra sintética se tornaram o padrão em instalações offshore e de parques eólicos, impulsionado pelas vantagens que elas oferecem em comparação com as eslingas de elevação de cabo de aço que predominavam anteriormente. As eslingas de cabo de aço são pesadas, difíceis de manusear, potencialmente perigosas e podem danificar cargas de valor elevado.

As eslingas de poliéster que teoricamente podem erguer a turbina são, na prática, muito grossas para manusear

A alternativa bastante conhecida às eslingas de elevação de cabo de aço são as eslingas de poliéster. Elas são mais leves, porém as desvantagens se tornam mais perceptíveis à medida que o peso e o tamanho das cargas aumenta. As turbinas eólicas offshore mais recentes estão forçando as eslingas de poliéster ao seu limite prático, pois as eslingas estão se tornando muito grossas para manusear.

O projeto Walney Extension

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Dyneema® vai além da capacidade do poliéster

A nova geração de instalações eólicas maiores não é problema para Dyneema®. As eslingas fabricadas com Dyneema® SK78 são significativamente mais resistentes do que o poliéster, com um quinto do peso. Elas estão são fáceis de manter, inspecionar e reparar, o que aumenta o funcionamento e reduz os custos. As eslingas de elevação fabricadas com Dyneema® SK78 também podem ser recertificadas, permitindo que sejam usadas em vários projetos, diminuindo, assim, o custo por elevação. Outras vantagens incluem sua maciez e flexibilidade, características que as tornam mais seguras para as equipes, cargas e estruturas. Como elas também não requerem torque e demonstram alongamento semelhante ao cabo de aço, elas fornecem total controle ao operador do guindaste. Por fim, elas flutuam na água e são resistentes a produtos químicos e sal. 

O maior parque eólico offshore do mundo

Walney Extension, no Mar da Irlanda localizado na costa do Reino Unido, é um bom exemplo do estado atual da indústria de parques eólicos. Construído e operado pela Dong Energy, sua proprietária, é o primeiro parque eólico a utilizar turbinas com classificação superior a 8 MW (na verdade, 8,25 MW), o que destaca a velocidade de desenvolvimento do setor.

O parque eólico original, chamado Walney 1 e 2, foi inaugurado nos anos de 2011 e 2012. Naquele momento, era o maior parque eólico offshore em operação no mundo. Suas 102 turbinas atingem até 3,6 MW cada, gerando um total de 367 MW de energia. Comparativamente, Walney Extension possui menos turbinas – são 87. No entanto, essas turbinas estão classificadas em 7 MW e 8 MW, e o novo parque eólico pode produzir 660 MW de energia, o suficiente para mais de 460 mil residências. Quando estiver em funcionamento, é provável que seja considerado o maior do mundo.

Elevações pesadas em Walney Extension

Walney Extension utiliza dois tipos de turbina. As MHI Vestas V164-8.0 maiores totalizam 40 das 87 turbinas em Walney Extension (as demais são Siemens). Elas possuem pás de 80 metros, uma área varrida de 21.124 m2, sendo que cada uma delas está a 220 metros acima do fundo do mar. As monoestacas pesam até 970 toneladas cada e têm um diâmetro superior a 8 metros. Felizmente, a tecnologia de elevação está acompanhando o ritmo.

Problemas com eslingas de poliéster

Os projetos de construção sempre envolvem vários parceiros. No caso de Walney Extension, a empresa proprietária/operadora é a Dong Energy, a Van Oord, especializada em operações marítimas venceu a licitação para instalar as fundações e monoestacas no fundo do mar, escolhendo a SAL Heavy Lift para transportar 87 monoestacas da Alemanha. 

Inicialmente, a SAL considerou eslingas de poliéster, mas logo determinou que elas seriam muito pesadas e muito lentas para montar e simplesmente muito grossas. A empresa, portanto, decidiu substituir suas eslingas de poliéster por eslingas Gleistein DynaOne® . Elas seriam significativamente mais leves, enquanto seu diâmetro menor (120 mm) permitiria à SAL acondicionar duas monoestacas próximas uma da outra. Isso teria sido impossível com as eslingas de poliéster porque, em virtude do seu diâmetro maior, restaria pouquíssimo espaço entre as monoestcas e a parede da estrutura da embarcação.

“Ficamos extremamente satisfeitos com as eslingas Gleistein. Qualidade e desempenho excelentes”

Sebastian Wenzel, engenheiro de projetos da SAL Heavy Lift

Economizando tempo e dinheiro com as eslingas Gleistein DynaOne® fabricadas com Dyneema®

A prática correspondeu ao prometido. A SAL considerou que o uso das eslingas Gleistein fabricadas com Dyneema® reduziu o tempo de carga e descarga de cada monoestaca em 60 minutos, equivalente a 3,5 dias do projeto completo.  Com 87 monoestacas para deslocar, os custos das eslingas foram amortizados com muita rapidez graças à agilidade na carga e descarga, e à diminuição nos custos de transporte. E um bônus extra: as equipes adoraram manusear as eslingas leves.

“Ficamos extremamente satisfeitos com as eslingas Gleistein”, afirma Sebastian Wenzel, engenheiro de projetos da SAL Heavy Lift. “A qualidade e a capacidade das eslingas se mostraram fundamentais em nosso projeto, e eu as recomendo. Qualidade e desempenho excelentes!”
 

Eslingas de elevação leves para uma operação pesada

Para Walney Extension, a SAL utilizou eslingas Gleistein DynaOne® , que são feitas de cabo Gleistein DynaOne® com fibra Dyneema® SK78. As eslingas podem içar até 325 toneladas cada. As eslingas Gleistein, conforme configuração para a SAL, pesavam cinco vezes menos do que uma eslinga de poliéster da mesma resistência e apresentam alongamento inferior a 1% na carga de trabalho. No total, a configuração de elevação foi capaz de içar 1.300 toneladas (com um fator de segurança de 3,72), ultrapassando com folga o peso de 970 toneladas de cada monoestaca. Outros pontos positivos incluíam a maciez, reduzindo a probabilidade de danificar o que seria içado, enquanto uma capa de proteção substituível sobre o cabo, também fabricada com Dyneema®, estende a vida útil das eslingas e acelera as inspeções do cabo.

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