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Vaca_artigo_freechoice

 

Suplementação no cocho ou free-choice: por que e como fazer?

Uma das discussões mais antigas e mais acaloradas envolvendo a nutrição é, sem dúvida,  o uso ou não de suplementação mineral em cocho para vacas confinadas ou semiconfinadas e, claro, qual suplemento usar. ... Leia mais

18/11/2019 | Autor: Marcelo Grossi Machado, Gerente Técnico  Nacional de Gado  de Leite

 

 
Blgo_FazPrimavera

Fazer mais e melhor! Lema da família Melo que, com investimentos em confinamento, genética e nutrição, passou a produzir sete mil litros diários de leite

Localizada no sudoeste mineiro, na região conhecida como Serra da Canastra e que é famosa pela produção de queijo artesanal, a Fazenda Primavera iniciou suas atividades seguindo a vocação do local. Em 1986, os irmãos Domingos e Pedro Melo... Leia mais

01/11/2019 | Autora: Mylene Abud

 

Artigo_Domingues

Observando a qualidade ideal das pastagens para equinos

 

Às vezes, paramos e ficamos observando um piquete formado por uma ou mais espécies forrageiras ou por aquela forrageira que escolhemos com algum critério e que conduzimos diariamente como nossas pastagens para serem fonte de fibra, energia, proteína e minerais para nossos animais... Leia mais

04/10/2019 | Autor: José Luiz Domingues - Engenheiro Agrônomo da J.L. Domingues Consultoria Agronômica

 

KVDV-DSM Supermarkt

Megatendências: como alimentar o mundo?

 

Nosso mundo vem mudando drasticamente nos últimos anos, mais rápido que em qualquer outro momento da história. O que esperar do futuro? Na tentativa de encontrar algumas respostas para essa pergunta, na Califórnia, Estados Unidos, foi lançado há alguns anos o livro “Megachange 2050”, estruturando algumas tendências e traçando possibilidades para o que nos espera nos próximos anos... Leia mais

05/09/2019 | Autora: Fabiana Fontana - Analista de Inteligência de Mercado

Confinamento_semi

Confinamento ou semiconfinamento: como definir o melhor para a sua realidade

 

O produtor rural pode decidir pelo uso dos sistemas intensivos sempre que houver necessidade de acelerar o ganho de peso animal, produzir bois de ciclo curto, aumentar a produção de arrobas por animal e, também, aumentar a produção de arrobas por unidade de área da sua propriedade rural. Para entender melhor como funciona cada um dos modelos... Leia mais

18/07/2019 | Autor: Marcos Baruselli - Gerente de Categoria Confinamento

Cavalo_artigo_cris

Suplementação mineral e vitamínica para cavalos em exercício físico

 

Pouco se discute sobre suplementação mineral e vitamínica para equinos. No entanto, a suplementação de equinos com minerais e vitaminas é muito importante não só pelo fato de estes animais serem muito utilizados para o esporte, mas também por serem utilizados no trabalho em fazendas com o manejo do gado de corte e, em menor escala, de leite... Leia mais

29/05/2019 | Autora: Cristina Simões Cortinhas - Supervisora de Inovação e Ciência Aplicada Ruminantes 

 










17/01/2018 | Autores: Sergio De Zen, Thiago Bernardino de Carvalho, Mariane Crespolini e Marianne Tufani

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

A bovinocultura de corte apresenta inúmeros desafios e tem passado por mudanças significativas, com ganhos expressivos em produtividade. Alguns riscos, se analisados ao longo do tempo, podem ser minimizados quando identificado um comportamento comum na série de dados. Analisar o comportamento sazonal  dos  preços, a partir de dados diários, é uma das estratégias para a tomada de decisões do pecuarista e o planejamento de sua produção. Essa observação pode ser útil na hora da compra de insumos e, também, na venda dos animais.

No caso do boi gordo, em relação aos preços médios reais deflacionados pelo IGP-DI de set/2017, verificou-se que maio é o mês que tende a apresentar os menores preços da arroba na série histórica do Cepea para as regiões de São Paulo, iniciada em 1997. A diferença entre os mínimos e máximos anuais, com base na série do Cepea, fica entre 7,49% e 7,60% para as praças que integram Araçatuba, Bauru/Marília, São José do Rio Preto e Presidente Prudente. Já para o Indicador ESALQ/BM&FBovespa do Boi Gordo, a variação é de 7,67%, conforme ilustrado na Figura 1.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

O que a Figura 1 demonstra é que, por exemplo, se o produtor está em abril com o animal pronto para abate, aguardando que o valor da arroba suba em maio, é importante que ele tenha em mente que a probabilidade de isso ocorrer é pequena em anos típicos, considerando-se as estatísticas históricas. Nesse sentido, é importante que ele saiba quanto o animal vai custar por mais um mês na propriedade, bem como o ganho de peso estimado.

Entre fevereiro e maio, a sazonalidade não só fica abaixo da linha vermelha como segue em queda.  Isso  pode ser explicado pela lei da oferta e da demanda. Conforme chega o final do período das águas, o volume de animais prontos para o abate é maior. De acordo com estimativas do Cepea, aproximadamente 90% dos animais são terminados a pasto no Brasil. Do mesmo modo, a partir de maio, a oferta de animais começa a se reduzir e o índice de sazonalidade sobe, sendo superior a 100 (a média) a partir de setembro.

 

CONFINAMENTO

Como apresentando na Figura 1, a partir de setembro, o índice supera a linha vermelha: ou seja, os preços tendem a subir, atingindo o ápice de 104,09 em novembro. Para confinadores, essa é uma informação estratégica, uma vez que os animais terminados nesse mês podem chegar aos maiores valores do ano.

Após as chuvas se regularizarem, de setembro em diante, em dois ou três meses, o volume de gado gordo a pasto passa a aumentar. A partir de novembro, o índice começa a ceder, mas mantém-se acima de 100 até janeiro e em 100 em fevereiro, caindo a partir de então.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

TRADUZINDO PARA OS PREÇOS

O índice de sazonalidade é uma ferramenta estatística. Porém, o pecuarista pode observá-lo no dia a dia. A Figura 2 ilustra a diferença dos preços médios reais, isto é, descontada a inflação, entre maio e novembro, desde 1998. Em quatro dos 19 anos, os preços em novembro foram inferiores aos de maio. Ainda assim, pouco abaixo, cerca de 4% ou 5%. Por outro lado, as altas são expressivas e alcançam 33% em 2010.

OUTRAS REGIÕES

Ao analisar o índice de sazonalidade nas 24 praças acompanhadas pelo Cepea, incluindo as quatro do estado de São Paulo, 54% delas apontam maio como o mês de menor preço, e novembro, o de maior. A sazonalidade tende a mudar conforme as características edafoclimáticas das regiões diferem da de São Paulo e, também, conforme a oferta de grãos para terminação intensiva no período da seca é maior. Quanto maior a oferta de grãos, maior tende a ser o volume de gado confinado, reduzindo a diferença entre o volume ofertado na safra e na entressafra.

ANOS ATÍPICOS

Quando há choques na cadeia, os preços podem não se comportar dessa forma, como tem ocorrido em 2017. Se não há problemas políticos ou extremos climáticos, entretanto, a sazonalidade é uma boa ferramenta para a tomada de decisão e o planejamento da produção.

 

RECADO FINAL

Pecuarista, 2017 é um dos mais desafiadores anos  para a cadeia. Além de olhar para o mercado no curto prazo, uma estratégia é compreender como os preços se comportam. A rentabilidade da sua atividade não é apenas resultado do preço de venda dos seus animais. Porém, planejar o momento de venda pode trazer melhores resultados. Além disso, intensificar sua produção também é uma forma de girar mais rapidamente seu fluxo de caixa. Compreender a sazonalidade no custo de produção também é estratégico. Para ajudá-lo a planejar seus desembolsos, esse será o tema do próximo Noticiário Tortuga. Fique ligado!

Esta análise foi realizada com os dados de boi gordo do Cepea. A base de dados é composta por informações de escritórios de compra e venda, do frigorífico e POR VOCÊ, pecuarista.

 

Sempre que vender seus animais, informe o Cepea. Não tem custo, mantemos sigilo absoluto e você ainda recebe análises como essa, gratuitamente. Para comunicar seus negócios, basta enviar uma mensagem pelo Whatsapp para o número (19) 99420-3080, dizendo “vendi meu gado e quero informar”. Entraremos em contato assim que recebermos sua mensagem.

METODOLOGIA

Estes resultados foram calculados com base no modelo de sazonalidade descrito por Hoffmann (2002), aplicado para commodities. Esse método normaliza as variações da série, diminuindo os efeitos abruptos ou atípicos de uma base de dados. Pretende-se, assim, buscar um valor matemático que expresse o comportamento de preços em período típicos, em que não há choques de oferta, nem de demanda.

 
 
 
 
 
 
 
 

17/01/2018 | Autores: Sergio De Zen, Thiago Bernardino de Carvalho, Mariane Crespolini e Marianne Tufani

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

A bovinocultura de corte apresenta inúmeros desafios e tem passado por mudanças significativas, com ganhos expressivos em produtividade. Alguns riscos, se analisados ao longo do tempo, podem ser minimizados quando identificado um comportamento comum na série de dados. Analisar o comportamento sazonal  dos  preços, a partir de dados diários, é uma das estratégias para a tomada de decisões do pecuarista e o planejamento de sua produção. Essa observação pode ser útil na hora da compra de insumos e, também, na venda dos animais.

No caso do boi gordo, em relação aos preços médios reais deflacionados pelo IGP-DI de set/2017, verificou-se que maio é o mês que tende a apresentar os menores preços da arroba na série histórica do Cepea para as regiões de São Paulo, iniciada em 1997. A diferença entre os mínimos e máximos anuais, com base na série do Cepea, fica entre 7,49% e 7,60% para as praças que integram Araçatuba, Bauru/Marília, São José do Rio Preto e Presidente Prudente. Já para o Indicador ESALQ/BM&FBovespa do Boi Gordo, a variação é de 7,67%, conforme ilustrado na Figura 1.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

O que a Figura 1 demonstra é que, por exemplo, se o produtor está em abril com o animal pronto para abate, aguardando que o valor da arroba suba em maio, é importante que ele tenha em mente que a probabilidade de isso ocorrer é pequena em anos típicos, considerando-se as estatísticas históricas. Nesse sentido, é importante que ele saiba quanto o animal vai custar por mais um mês na propriedade, bem como o ganho de peso estimado.

Entre fevereiro e maio, a sazonalidade não só fica abaixo da linha vermelha como segue em queda.  Isso  pode ser explicado pela lei da oferta e da demanda. Conforme chega o final do período das águas, o volume de animais prontos para o abate é maior. De acordo com estimativas do Cepea, aproximadamente 90% dos animais são terminados a pasto no Brasil. Do mesmo modo, a partir de maio, a oferta de animais começa a se reduzir e o índice de sazonalidade sobe, sendo superior a 100 (a média) a partir de setembro.

 

CONFINAMENTO

Como apresentando na Figura 1, a partir de setembro, o índice supera a linha vermelha: ou seja, os preços tendem a subir, atingindo o ápice de 104,09 em novembro. Para confinadores, essa é uma informação estratégica, uma vez que os animais terminados nesse mês podem chegar aos maiores valores do ano.

Após as chuvas se regularizarem, de setembro em diante, em dois ou três meses, o volume de gado gordo a pasto passa a aumentar. A partir de novembro, o índice começa a ceder, mas mantém-se acima de 100 até janeiro e em 100 em fevereiro, caindo a partir de então.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

TRADUZINDO PARA OS PREÇOS

O índice de sazonalidade é uma ferramenta estatística. Porém, o pecuarista pode observá-lo no dia a dia. A Figura 2 ilustra a diferença dos preços médios reais, isto é, descontada a inflação, entre maio e novembro, desde 1998. Em quatro dos 19 anos, os preços em novembro foram inferiores aos de maio. Ainda assim, pouco abaixo, cerca de 4% ou 5%. Por outro lado, as altas são expressivas e alcançam 33% em 2010.

OUTRAS REGIÕES

Ao analisar o índice de sazonalidade nas 24 praças acompanhadas pelo Cepea, incluindo as quatro do estado de São Paulo, 54% delas apontam maio como o mês de menor preço, e novembro, o de maior. A sazonalidade tende a mudar conforme as características edafoclimáticas das regiões diferem da de São Paulo e, também, conforme a oferta de grãos para terminação intensiva no período da seca é maior. Quanto maior a oferta de grãos, maior tende a ser o volume de gado confinado, reduzindo a diferença entre o volume ofertado na safra e na entressafra.

ANOS ATÍPICOS

Quando há choques na cadeia, os preços podem não se comportar dessa forma, como tem ocorrido em 2017. Se não há problemas políticos ou extremos climáticos, entretanto, a sazonalidade é uma boa ferramenta para a tomada de decisão e o planejamento da produção.

 

RECADO FINAL

Pecuarista, 2017 é um dos mais desafiadores anos  para a cadeia. Além de olhar para o mercado no curto prazo, uma estratégia é compreender como os preços se comportam. A rentabilidade da sua atividade não é apenas resultado do preço de venda dos seus animais. Porém, planejar o momento de venda pode trazer melhores resultados. Além disso, intensificar sua produção também é uma forma de girar mais rapidamente seu fluxo de caixa. Compreender a sazonalidade no custo de produção também é estratégico. Para ajudá-lo a planejar seus desembolsos, esse será o tema do próximo Noticiário Tortuga. Fique ligado!

Esta análise foi realizada com os dados de boi gordo do Cepea. A base de dados é composta por informações de escritórios de compra e venda, do frigorífico e POR VOCÊ, pecuarista.

 

Sempre que vender seus animais, informe o Cepea. Não tem custo, mantemos sigilo absoluto e você ainda recebe análises como essa, gratuitamente. Para comunicar seus negócios, basta enviar uma mensagem pelo Whatsapp para o número (19) 99420-3080, dizendo “vendi meu gado e quero informar”. Entraremos em contato assim que recebermos sua mensagem.

METODOLOGIA

Estes resultados foram calculados com base no modelo de sazonalidade descrito por Hoffmann (2002), aplicado para commodities. Esse método normaliza as variações da série, diminuindo os efeitos abruptos ou atípicos de uma base de dados. Pretende-se, assim, buscar um valor matemático que expresse o comportamento de preços em período típicos, em que não há choques de oferta, nem de demanda.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Gestão campeã em gado de corte: Como ter uma fazenda rentável 

Gestão campeã em gado de corte: Como ter uma fazenda rentável
Quer ter bons resultados na produção de bovinos? Cuide bem dos sues cavalos!  
Cuide bem dos seus cavalos!
 
 

O que você deve avaliar antes de montar um confinamento de gado de corte  

 
 

O que você deve avaliar antes de montar um confinamento de gado de corte  

 
 

O que você deve avaliar antes de montar um confinamento de gado de corte  

 
 

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Do pasto para o confinamento: Como fazer uma adaptação eficiente  
Do pasto para o confinamento: Como fazer uma adaptação eficiente  
IMG_0122

As estações do ano nos preços

 

A época em que o animal é comercializado é uma das variáveis que mais afetam o comportamento dos preços ao longo do ano, sendo possível até identificar um padrão de variação nas cotações, tal como ocorre com os fatores climáticos... Leia mais

23/04/2019 | Autora: Mariane Crespolini - Mestre e doutoranda em Desenvolvimento Econômico pela Unicamp, pesquisadora e pecuarista









17/01/2018 | Autores: Sergio De Zen, Thiago Bernardino de Carvalho, Mariane Crespolini e Marianne Tufani

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

A bovinocultura de corte apresenta inúmeros desafios e tem passado por mudanças significativas, com ganhos expressivos em produtividade. Alguns riscos, se analisados ao longo do tempo, podem ser minimizados quando identificado um comportamento comum na série de dados. Analisar o comportamento sazonal  dos  preços, a partir de dados diários, é uma das estratégias para a tomada de decisões do pecuarista e o planejamento de sua produção. Essa observação pode ser útil na hora da compra de insumos e, também, na venda dos animais.

No caso do boi gordo, em relação aos preços médios reais deflacionados pelo IGP-DI de set/2017, verificou-se que maio é o mês que tende a apresentar os menores preços da arroba na série histórica do Cepea para as regiões de São Paulo, iniciada em 1997. A diferença entre os mínimos e máximos anuais, com base na série do Cepea, fica entre 7,49% e 7,60% para as praças que integram Araçatuba, Bauru/Marília, São José do Rio Preto e Presidente Prudente. Já para o Indicador ESALQ/BM&FBovespa do Boi Gordo, a variação é de 7,67%, conforme ilustrado na Figura 1.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

O que a Figura 1 demonstra é que, por exemplo, se o produtor está em abril com o animal pronto para abate, aguardando que o valor da arroba suba em maio, é importante que ele tenha em mente que a probabilidade de isso ocorrer é pequena em anos típicos, considerando-se as estatísticas históricas. Nesse sentido, é importante que ele saiba quanto o animal vai custar por mais um mês na propriedade, bem como o ganho de peso estimado.

Entre fevereiro e maio, a sazonalidade não só fica abaixo da linha vermelha como segue em queda.  Isso  pode ser explicado pela lei da oferta e da demanda. Conforme chega o final do período das águas, o volume de animais prontos para o abate é maior. De acordo com estimativas do Cepea, aproximadamente 90% dos animais são terminados a pasto no Brasil. Do mesmo modo, a partir de maio, a oferta de animais começa a se reduzir e o índice de sazonalidade sobe, sendo superior a 100 (a média) a partir de setembro.

 

CONFINAMENTO

Como apresentando na Figura 1, a partir de setembro, o índice supera a linha vermelha: ou seja, os preços tendem a subir, atingindo o ápice de 104,09 em novembro. Para confinadores, essa é uma informação estratégica, uma vez que os animais terminados nesse mês podem chegar aos maiores valores do ano.

Após as chuvas se regularizarem, de setembro em diante, em dois ou três meses, o volume de gado gordo a pasto passa a aumentar. A partir de novembro, o índice começa a ceder, mas mantém-se acima de 100 até janeiro e em 100 em fevereiro, caindo a partir de então.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

TRADUZINDO PARA OS PREÇOS

O índice de sazonalidade é uma ferramenta estatística. Porém, o pecuarista pode observá-lo no dia a dia. A Figura 2 ilustra a diferença dos preços médios reais, isto é, descontada a inflação, entre maio e novembro, desde 1998. Em quatro dos 19 anos, os preços em novembro foram inferiores aos de maio. Ainda assim, pouco abaixo, cerca de 4% ou 5%. Por outro lado, as altas são expressivas e alcançam 33% em 2010.

OUTRAS REGIÕES

Ao analisar o índice de sazonalidade nas 24 praças acompanhadas pelo Cepea, incluindo as quatro do estado de São Paulo, 54% delas apontam maio como o mês de menor preço, e novembro, o de maior. A sazonalidade tende a mudar conforme as características edafoclimáticas das regiões diferem da de São Paulo e, também, conforme a oferta de grãos para terminação intensiva no período da seca é maior. Quanto maior a oferta de grãos, maior tende a ser o volume de gado confinado, reduzindo a diferença entre o volume ofertado na safra e na entressafra.

ANOS ATÍPICOS

Quando há choques na cadeia, os preços podem não se comportar dessa forma, como tem ocorrido em 2017. Se não há problemas políticos ou extremos climáticos, entretanto, a sazonalidade é uma boa ferramenta para a tomada de decisão e o planejamento da produção.

 

RECADO FINAL

Pecuarista, 2017 é um dos mais desafiadores anos  para a cadeia. Além de olhar para o mercado no curto prazo, uma estratégia é compreender como os preços se comportam. A rentabilidade da sua atividade não é apenas resultado do preço de venda dos seus animais. Porém, planejar o momento de venda pode trazer melhores resultados. Além disso, intensificar sua produção também é uma forma de girar mais rapidamente seu fluxo de caixa. Compreender a sazonalidade no custo de produção também é estratégico. Para ajudá-lo a planejar seus desembolsos, esse será o tema do próximo Noticiário Tortuga. Fique ligado!

Esta análise foi realizada com os dados de boi gordo do Cepea. A base de dados é composta por informações de escritórios de compra e venda, do frigorífico e POR VOCÊ, pecuarista.

 

Sempre que vender seus animais, informe o Cepea. Não tem custo, mantemos sigilo absoluto e você ainda recebe análises como essa, gratuitamente. Para comunicar seus negócios, basta enviar uma mensagem pelo Whatsapp para o número (19) 99420-3080, dizendo “vendi meu gado e quero informar”. Entraremos em contato assim que recebermos sua mensagem.

METODOLOGIA

Estes resultados foram calculados com base no modelo de sazonalidade descrito por Hoffmann (2002), aplicado para commodities. Esse método normaliza as variações da série, diminuindo os efeitos abruptos ou atípicos de uma base de dados. Pretende-se, assim, buscar um valor matemático que expresse o comportamento de preços em período típicos, em que não há choques de oferta, nem de demanda.

 
 
 
 
 
 
 
 

17/01/2018 | Autores: Sergio De Zen, Thiago Bernardino de Carvalho, Mariane Crespolini e Marianne Tufani

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

A bovinocultura de corte apresenta inúmeros desafios e tem passado por mudanças significativas, com ganhos expressivos em produtividade. Alguns riscos, se analisados ao longo do tempo, podem ser minimizados quando identificado um comportamento comum na série de dados. Analisar o comportamento sazonal  dos  preços, a partir de dados diários, é uma das estratégias para a tomada de decisões do pecuarista e o planejamento de sua produção. Essa observação pode ser útil na hora da compra de insumos e, também, na venda dos animais.

No caso do boi gordo, em relação aos preços médios reais deflacionados pelo IGP-DI de set/2017, verificou-se que maio é o mês que tende a apresentar os menores preços da arroba na série histórica do Cepea para as regiões de São Paulo, iniciada em 1997. A diferença entre os mínimos e máximos anuais, com base na série do Cepea, fica entre 7,49% e 7,60% para as praças que integram Araçatuba, Bauru/Marília, São José do Rio Preto e Presidente Prudente. Já para o Indicador ESALQ/BM&FBovespa do Boi Gordo, a variação é de 7,67%, conforme ilustrado na Figura 1.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

O que a Figura 1 demonstra é que, por exemplo, se o produtor está em abril com o animal pronto para abate, aguardando que o valor da arroba suba em maio, é importante que ele tenha em mente que a probabilidade de isso ocorrer é pequena em anos típicos, considerando-se as estatísticas históricas. Nesse sentido, é importante que ele saiba quanto o animal vai custar por mais um mês na propriedade, bem como o ganho de peso estimado.

Entre fevereiro e maio, a sazonalidade não só fica abaixo da linha vermelha como segue em queda.  Isso  pode ser explicado pela lei da oferta e da demanda. Conforme chega o final do período das águas, o volume de animais prontos para o abate é maior. De acordo com estimativas do Cepea, aproximadamente 90% dos animais são terminados a pasto no Brasil. Do mesmo modo, a partir de maio, a oferta de animais começa a se reduzir e o índice de sazonalidade sobe, sendo superior a 100 (a média) a partir de setembro.

 

CONFINAMENTO

Como apresentando na Figura 1, a partir de setembro, o índice supera a linha vermelha: ou seja, os preços tendem a subir, atingindo o ápice de 104,09 em novembro. Para confinadores, essa é uma informação estratégica, uma vez que os animais terminados nesse mês podem chegar aos maiores valores do ano.

Após as chuvas se regularizarem, de setembro em diante, em dois ou três meses, o volume de gado gordo a pasto passa a aumentar. A partir de novembro, o índice começa a ceder, mas mantém-se acima de 100 até janeiro e em 100 em fevereiro, caindo a partir de então.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

TRADUZINDO PARA OS PREÇOS

O índice de sazonalidade é uma ferramenta estatística. Porém, o pecuarista pode observá-lo no dia a dia. A Figura 2 ilustra a diferença dos preços médios reais, isto é, descontada a inflação, entre maio e novembro, desde 1998. Em quatro dos 19 anos, os preços em novembro foram inferiores aos de maio. Ainda assim, pouco abaixo, cerca de 4% ou 5%. Por outro lado, as altas são expressivas e alcançam 33% em 2010.

OUTRAS REGIÕES

Ao analisar o índice de sazonalidade nas 24 praças acompanhadas pelo Cepea, incluindo as quatro do estado de São Paulo, 54% delas apontam maio como o mês de menor preço, e novembro, o de maior. A sazonalidade tende a mudar conforme as características edafoclimáticas das regiões diferem da de São Paulo e, também, conforme a oferta de grãos para terminação intensiva no período da seca é maior. Quanto maior a oferta de grãos, maior tende a ser o volume de gado confinado, reduzindo a diferença entre o volume ofertado na safra e na entressafra.

ANOS ATÍPICOS

Quando há choques na cadeia, os preços podem não se comportar dessa forma, como tem ocorrido em 2017. Se não há problemas políticos ou extremos climáticos, entretanto, a sazonalidade é uma boa ferramenta para a tomada de decisão e o planejamento da produção.

 

RECADO FINAL

Pecuarista, 2017 é um dos mais desafiadores anos  para a cadeia. Além de olhar para o mercado no curto prazo, uma estratégia é compreender como os preços se comportam. A rentabilidade da sua atividade não é apenas resultado do preço de venda dos seus animais. Porém, planejar o momento de venda pode trazer melhores resultados. Além disso, intensificar sua produção também é uma forma de girar mais rapidamente seu fluxo de caixa. Compreender a sazonalidade no custo de produção também é estratégico. Para ajudá-lo a planejar seus desembolsos, esse será o tema do próximo Noticiário Tortuga. Fique ligado!

Esta análise foi realizada com os dados de boi gordo do Cepea. A base de dados é composta por informações de escritórios de compra e venda, do frigorífico e POR VOCÊ, pecuarista.

 

Sempre que vender seus animais, informe o Cepea. Não tem custo, mantemos sigilo absoluto e você ainda recebe análises como essa, gratuitamente. Para comunicar seus negócios, basta enviar uma mensagem pelo Whatsapp para o número (19) 99420-3080, dizendo “vendi meu gado e quero informar”. Entraremos em contato assim que recebermos sua mensagem.

METODOLOGIA

Estes resultados foram calculados com base no modelo de sazonalidade descrito por Hoffmann (2002), aplicado para commodities. Esse método normaliza as variações da série, diminuindo os efeitos abruptos ou atípicos de uma base de dados. Pretende-se, assim, buscar um valor matemático que expresse o comportamento de preços em período típicos, em que não há choques de oferta, nem de demanda.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Gestão campeã em gado de corte: Como ter uma fazenda rentável 

Gestão campeã em gado de corte: Como ter uma fazenda rentável
Quer ter bons resultados na produção de bovinos? Cuide bem dos sues cavalos!  
Cuide bem dos seus cavalos!
 
 

O que você deve avaliar antes de montar um confinamento de gado de corte  

 
 

O que você deve avaliar antes de montar um confinamento de gado de corte  

 
 

O que você deve avaliar antes de montar um confinamento de gado de corte  

 
 

O que você deve avaliar antes de montar um confinamento de gado de corte  

Do pasto para o confinamento: Como fazer uma adaptação eficiente  
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confinamento_merola

Como um dos maiores confinamentos da América Latina venceu o desafio da sucessão

 

A Fazenda Santa Fé chega à quarta geração à frente dos negócios apostando em um processo sucessório que valoriza líderes natos, inovadores e apaixonados pelo agro... Leia mais

01/03/2019 | Autor: Larissa Vieira com a colaboração de Divino Antonio Santana Lima - Assistente Técnico Comercial








17/01/2018 | Autores: Sergio De Zen, Thiago Bernardino de Carvalho, Mariane Crespolini e Marianne Tufani

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

A bovinocultura de corte apresenta inúmeros desafios e tem passado por mudanças significativas, com ganhos expressivos em produtividade. Alguns riscos, se analisados ao longo do tempo, podem ser minimizados quando identificado um comportamento comum na série de dados. Analisar o comportamento sazonal  dos  preços, a partir de dados diários, é uma das estratégias para a tomada de decisões do pecuarista e o planejamento de sua produção. Essa observação pode ser útil na hora da compra de insumos e, também, na venda dos animais.

No caso do boi gordo, em relação aos preços médios reais deflacionados pelo IGP-DI de set/2017, verificou-se que maio é o mês que tende a apresentar os menores preços da arroba na série histórica do Cepea para as regiões de São Paulo, iniciada em 1997. A diferença entre os mínimos e máximos anuais, com base na série do Cepea, fica entre 7,49% e 7,60% para as praças que integram Araçatuba, Bauru/Marília, São José do Rio Preto e Presidente Prudente. Já para o Indicador ESALQ/BM&FBovespa do Boi Gordo, a variação é de 7,67%, conforme ilustrado na Figura 1.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

O que a Figura 1 demonstra é que, por exemplo, se o produtor está em abril com o animal pronto para abate, aguardando que o valor da arroba suba em maio, é importante que ele tenha em mente que a probabilidade de isso ocorrer é pequena em anos típicos, considerando-se as estatísticas históricas. Nesse sentido, é importante que ele saiba quanto o animal vai custar por mais um mês na propriedade, bem como o ganho de peso estimado.

Entre fevereiro e maio, a sazonalidade não só fica abaixo da linha vermelha como segue em queda.  Isso  pode ser explicado pela lei da oferta e da demanda. Conforme chega o final do período das águas, o volume de animais prontos para o abate é maior. De acordo com estimativas do Cepea, aproximadamente 90% dos animais são terminados a pasto no Brasil. Do mesmo modo, a partir de maio, a oferta de animais começa a se reduzir e o índice de sazonalidade sobe, sendo superior a 100 (a média) a partir de setembro.

 

CONFINAMENTO

Como apresentando na Figura 1, a partir de setembro, o índice supera a linha vermelha: ou seja, os preços tendem a subir, atingindo o ápice de 104,09 em novembro. Para confinadores, essa é uma informação estratégica, uma vez que os animais terminados nesse mês podem chegar aos maiores valores do ano.

Após as chuvas se regularizarem, de setembro em diante, em dois ou três meses, o volume de gado gordo a pasto passa a aumentar. A partir de novembro, o índice começa a ceder, mas mantém-se acima de 100 até janeiro e em 100 em fevereiro, caindo a partir de então.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

TRADUZINDO PARA OS PREÇOS

O índice de sazonalidade é uma ferramenta estatística. Porém, o pecuarista pode observá-lo no dia a dia. A Figura 2 ilustra a diferença dos preços médios reais, isto é, descontada a inflação, entre maio e novembro, desde 1998. Em quatro dos 19 anos, os preços em novembro foram inferiores aos de maio. Ainda assim, pouco abaixo, cerca de 4% ou 5%. Por outro lado, as altas são expressivas e alcançam 33% em 2010.

OUTRAS REGIÕES

Ao analisar o índice de sazonalidade nas 24 praças acompanhadas pelo Cepea, incluindo as quatro do estado de São Paulo, 54% delas apontam maio como o mês de menor preço, e novembro, o de maior. A sazonalidade tende a mudar conforme as características edafoclimáticas das regiões diferem da de São Paulo e, também, conforme a oferta de grãos para terminação intensiva no período da seca é maior. Quanto maior a oferta de grãos, maior tende a ser o volume de gado confinado, reduzindo a diferença entre o volume ofertado na safra e na entressafra.

ANOS ATÍPICOS

Quando há choques na cadeia, os preços podem não se comportar dessa forma, como tem ocorrido em 2017. Se não há problemas políticos ou extremos climáticos, entretanto, a sazonalidade é uma boa ferramenta para a tomada de decisão e o planejamento da produção.

 

RECADO FINAL

Pecuarista, 2017 é um dos mais desafiadores anos  para a cadeia. Além de olhar para o mercado no curto prazo, uma estratégia é compreender como os preços se comportam. A rentabilidade da sua atividade não é apenas resultado do preço de venda dos seus animais. Porém, planejar o momento de venda pode trazer melhores resultados. Além disso, intensificar sua produção também é uma forma de girar mais rapidamente seu fluxo de caixa. Compreender a sazonalidade no custo de produção também é estratégico. Para ajudá-lo a planejar seus desembolsos, esse será o tema do próximo Noticiário Tortuga. Fique ligado!

Esta análise foi realizada com os dados de boi gordo do Cepea. A base de dados é composta por informações de escritórios de compra e venda, do frigorífico e POR VOCÊ, pecuarista.

 

Sempre que vender seus animais, informe o Cepea. Não tem custo, mantemos sigilo absoluto e você ainda recebe análises como essa, gratuitamente. Para comunicar seus negócios, basta enviar uma mensagem pelo Whatsapp para o número (19) 99420-3080, dizendo “vendi meu gado e quero informar”. Entraremos em contato assim que recebermos sua mensagem.

METODOLOGIA

Estes resultados foram calculados com base no modelo de sazonalidade descrito por Hoffmann (2002), aplicado para commodities. Esse método normaliza as variações da série, diminuindo os efeitos abruptos ou atípicos de uma base de dados. Pretende-se, assim, buscar um valor matemático que expresse o comportamento de preços em período típicos, em que não há choques de oferta, nem de demanda.

 
 
 
 
 
 
 
 

17/01/2018 | Autores: Sergio De Zen, Thiago Bernardino de Carvalho, Mariane Crespolini e Marianne Tufani

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

A bovinocultura de corte apresenta inúmeros desafios e tem passado por mudanças significativas, com ganhos expressivos em produtividade. Alguns riscos, se analisados ao longo do tempo, podem ser minimizados quando identificado um comportamento comum na série de dados. Analisar o comportamento sazonal  dos  preços, a partir de dados diários, é uma das estratégias para a tomada de decisões do pecuarista e o planejamento de sua produção. Essa observação pode ser útil na hora da compra de insumos e, também, na venda dos animais.

No caso do boi gordo, em relação aos preços médios reais deflacionados pelo IGP-DI de set/2017, verificou-se que maio é o mês que tende a apresentar os menores preços da arroba na série histórica do Cepea para as regiões de São Paulo, iniciada em 1997. A diferença entre os mínimos e máximos anuais, com base na série do Cepea, fica entre 7,49% e 7,60% para as praças que integram Araçatuba, Bauru/Marília, São José do Rio Preto e Presidente Prudente. Já para o Indicador ESALQ/BM&FBovespa do Boi Gordo, a variação é de 7,67%, conforme ilustrado na Figura 1.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

O que a Figura 1 demonstra é que, por exemplo, se o produtor está em abril com o animal pronto para abate, aguardando que o valor da arroba suba em maio, é importante que ele tenha em mente que a probabilidade de isso ocorrer é pequena em anos típicos, considerando-se as estatísticas históricas. Nesse sentido, é importante que ele saiba quanto o animal vai custar por mais um mês na propriedade, bem como o ganho de peso estimado.

Entre fevereiro e maio, a sazonalidade não só fica abaixo da linha vermelha como segue em queda.  Isso  pode ser explicado pela lei da oferta e da demanda. Conforme chega o final do período das águas, o volume de animais prontos para o abate é maior. De acordo com estimativas do Cepea, aproximadamente 90% dos animais são terminados a pasto no Brasil. Do mesmo modo, a partir de maio, a oferta de animais começa a se reduzir e o índice de sazonalidade sobe, sendo superior a 100 (a média) a partir de setembro.

 

CONFINAMENTO

Como apresentando na Figura 1, a partir de setembro, o índice supera a linha vermelha: ou seja, os preços tendem a subir, atingindo o ápice de 104,09 em novembro. Para confinadores, essa é uma informação estratégica, uma vez que os animais terminados nesse mês podem chegar aos maiores valores do ano.

Após as chuvas se regularizarem, de setembro em diante, em dois ou três meses, o volume de gado gordo a pasto passa a aumentar. A partir de novembro, o índice começa a ceder, mas mantém-se acima de 100 até janeiro e em 100 em fevereiro, caindo a partir de então.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

TRADUZINDO PARA OS PREÇOS

O índice de sazonalidade é uma ferramenta estatística. Porém, o pecuarista pode observá-lo no dia a dia. A Figura 2 ilustra a diferença dos preços médios reais, isto é, descontada a inflação, entre maio e novembro, desde 1998. Em quatro dos 19 anos, os preços em novembro foram inferiores aos de maio. Ainda assim, pouco abaixo, cerca de 4% ou 5%. Por outro lado, as altas são expressivas e alcançam 33% em 2010.

OUTRAS REGIÕES

Ao analisar o índice de sazonalidade nas 24 praças acompanhadas pelo Cepea, incluindo as quatro do estado de São Paulo, 54% delas apontam maio como o mês de menor preço, e novembro, o de maior. A sazonalidade tende a mudar conforme as características edafoclimáticas das regiões diferem da de São Paulo e, também, conforme a oferta de grãos para terminação intensiva no período da seca é maior. Quanto maior a oferta de grãos, maior tende a ser o volume de gado confinado, reduzindo a diferença entre o volume ofertado na safra e na entressafra.

ANOS ATÍPICOS

Quando há choques na cadeia, os preços podem não se comportar dessa forma, como tem ocorrido em 2017. Se não há problemas políticos ou extremos climáticos, entretanto, a sazonalidade é uma boa ferramenta para a tomada de decisão e o planejamento da produção.

 

RECADO FINAL

Pecuarista, 2017 é um dos mais desafiadores anos  para a cadeia. Além de olhar para o mercado no curto prazo, uma estratégia é compreender como os preços se comportam. A rentabilidade da sua atividade não é apenas resultado do preço de venda dos seus animais. Porém, planejar o momento de venda pode trazer melhores resultados. Além disso, intensificar sua produção também é uma forma de girar mais rapidamente seu fluxo de caixa. Compreender a sazonalidade no custo de produção também é estratégico. Para ajudá-lo a planejar seus desembolsos, esse será o tema do próximo Noticiário Tortuga. Fique ligado!

Esta análise foi realizada com os dados de boi gordo do Cepea. A base de dados é composta por informações de escritórios de compra e venda, do frigorífico e POR VOCÊ, pecuarista.

 

Sempre que vender seus animais, informe o Cepea. Não tem custo, mantemos sigilo absoluto e você ainda recebe análises como essa, gratuitamente. Para comunicar seus negócios, basta enviar uma mensagem pelo Whatsapp para o número (19) 99420-3080, dizendo “vendi meu gado e quero informar”. Entraremos em contato assim que recebermos sua mensagem.

METODOLOGIA

Estes resultados foram calculados com base no modelo de sazonalidade descrito por Hoffmann (2002), aplicado para commodities. Esse método normaliza as variações da série, diminuindo os efeitos abruptos ou atípicos de uma base de dados. Pretende-se, assim, buscar um valor matemático que expresse o comportamento de preços em período típicos, em que não há choques de oferta, nem de demanda.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Gestão campeã em gado de corte: Como ter uma fazenda rentável 

Gestão campeã em gado de corte: Como ter uma fazenda rentável
Quer ter bons resultados na produção de bovinos? Cuide bem dos sues cavalos!  
Cuide bem dos seus cavalos!
 
 

O que você deve avaliar antes de montar um confinamento de gado de corte  

 
 

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Do pasto para o confinamento: Como fazer uma adaptação eficiente  
Do pasto para o confinamento: Como fazer uma adaptação eficiente  
Confinamanto_imageblog

As diferenças do confinamento no Brasil e no mundo

 

A adoção dos sistemas intensivos de produção tem possibilitado incrementos consideráveis na produtividade das propriedades rurais, hoje, da ordem de 3 a 4 arrobas por hectare ao ano. Com o confinamento, é possível produzir de 6 a 8 arrobas por um período de 90 dias, e, ainda, obter bois de melhor qualidade, de ciclo curto, com maior peso de carcaça... Leia mais

08/02/2019 | Autor: Marcos Sampaio Baruselli - Gerente de Categoria Confinamento DSM








17/01/2018 | Autores: Sergio De Zen, Thiago Bernardino de Carvalho, Mariane Crespolini e Marianne Tufani

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

A bovinocultura de corte apresenta inúmeros desafios e tem passado por mudanças significativas, com ganhos expressivos em produtividade. Alguns riscos, se analisados ao longo do tempo, podem ser minimizados quando identificado um comportamento comum na série de dados. Analisar o comportamento sazonal  dos  preços, a partir de dados diários, é uma das estratégias para a tomada de decisões do pecuarista e o planejamento de sua produção. Essa observação pode ser útil na hora da compra de insumos e, também, na venda dos animais.

No caso do boi gordo, em relação aos preços médios reais deflacionados pelo IGP-DI de set/2017, verificou-se que maio é o mês que tende a apresentar os menores preços da arroba na série histórica do Cepea para as regiões de São Paulo, iniciada em 1997. A diferença entre os mínimos e máximos anuais, com base na série do Cepea, fica entre 7,49% e 7,60% para as praças que integram Araçatuba, Bauru/Marília, São José do Rio Preto e Presidente Prudente. Já para o Indicador ESALQ/BM&FBovespa do Boi Gordo, a variação é de 7,67%, conforme ilustrado na Figura 1.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

O que a Figura 1 demonstra é que, por exemplo, se o produtor está em abril com o animal pronto para abate, aguardando que o valor da arroba suba em maio, é importante que ele tenha em mente que a probabilidade de isso ocorrer é pequena em anos típicos, considerando-se as estatísticas históricas. Nesse sentido, é importante que ele saiba quanto o animal vai custar por mais um mês na propriedade, bem como o ganho de peso estimado.

Entre fevereiro e maio, a sazonalidade não só fica abaixo da linha vermelha como segue em queda.  Isso  pode ser explicado pela lei da oferta e da demanda. Conforme chega o final do período das águas, o volume de animais prontos para o abate é maior. De acordo com estimativas do Cepea, aproximadamente 90% dos animais são terminados a pasto no Brasil. Do mesmo modo, a partir de maio, a oferta de animais começa a se reduzir e o índice de sazonalidade sobe, sendo superior a 100 (a média) a partir de setembro.

 

CONFINAMENTO

Como apresentando na Figura 1, a partir de setembro, o índice supera a linha vermelha: ou seja, os preços tendem a subir, atingindo o ápice de 104,09 em novembro. Para confinadores, essa é uma informação estratégica, uma vez que os animais terminados nesse mês podem chegar aos maiores valores do ano.

Após as chuvas se regularizarem, de setembro em diante, em dois ou três meses, o volume de gado gordo a pasto passa a aumentar. A partir de novembro, o índice começa a ceder, mas mantém-se acima de 100 até janeiro e em 100 em fevereiro, caindo a partir de então.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

TRADUZINDO PARA OS PREÇOS

O índice de sazonalidade é uma ferramenta estatística. Porém, o pecuarista pode observá-lo no dia a dia. A Figura 2 ilustra a diferença dos preços médios reais, isto é, descontada a inflação, entre maio e novembro, desde 1998. Em quatro dos 19 anos, os preços em novembro foram inferiores aos de maio. Ainda assim, pouco abaixo, cerca de 4% ou 5%. Por outro lado, as altas são expressivas e alcançam 33% em 2010.

OUTRAS REGIÕES

Ao analisar o índice de sazonalidade nas 24 praças acompanhadas pelo Cepea, incluindo as quatro do estado de São Paulo, 54% delas apontam maio como o mês de menor preço, e novembro, o de maior. A sazonalidade tende a mudar conforme as características edafoclimáticas das regiões diferem da de São Paulo e, também, conforme a oferta de grãos para terminação intensiva no período da seca é maior. Quanto maior a oferta de grãos, maior tende a ser o volume de gado confinado, reduzindo a diferença entre o volume ofertado na safra e na entressafra.

ANOS ATÍPICOS

Quando há choques na cadeia, os preços podem não se comportar dessa forma, como tem ocorrido em 2017. Se não há problemas políticos ou extremos climáticos, entretanto, a sazonalidade é uma boa ferramenta para a tomada de decisão e o planejamento da produção.

 

RECADO FINAL

Pecuarista, 2017 é um dos mais desafiadores anos  para a cadeia. Além de olhar para o mercado no curto prazo, uma estratégia é compreender como os preços se comportam. A rentabilidade da sua atividade não é apenas resultado do preço de venda dos seus animais. Porém, planejar o momento de venda pode trazer melhores resultados. Além disso, intensificar sua produção também é uma forma de girar mais rapidamente seu fluxo de caixa. Compreender a sazonalidade no custo de produção também é estratégico. Para ajudá-lo a planejar seus desembolsos, esse será o tema do próximo Noticiário Tortuga. Fique ligado!

Esta análise foi realizada com os dados de boi gordo do Cepea. A base de dados é composta por informações de escritórios de compra e venda, do frigorífico e POR VOCÊ, pecuarista.

 

Sempre que vender seus animais, informe o Cepea. Não tem custo, mantemos sigilo absoluto e você ainda recebe análises como essa, gratuitamente. Para comunicar seus negócios, basta enviar uma mensagem pelo Whatsapp para o número (19) 99420-3080, dizendo “vendi meu gado e quero informar”. Entraremos em contato assim que recebermos sua mensagem.

METODOLOGIA

Estes resultados foram calculados com base no modelo de sazonalidade descrito por Hoffmann (2002), aplicado para commodities. Esse método normaliza as variações da série, diminuindo os efeitos abruptos ou atípicos de uma base de dados. Pretende-se, assim, buscar um valor matemático que expresse o comportamento de preços em período típicos, em que não há choques de oferta, nem de demanda.

 
 
 
 
 
 
 
 

17/01/2018 | Autores: Sergio De Zen, Thiago Bernardino de Carvalho, Mariane Crespolini e Marianne Tufani

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

A bovinocultura de corte apresenta inúmeros desafios e tem passado por mudanças significativas, com ganhos expressivos em produtividade. Alguns riscos, se analisados ao longo do tempo, podem ser minimizados quando identificado um comportamento comum na série de dados. Analisar o comportamento sazonal  dos  preços, a partir de dados diários, é uma das estratégias para a tomada de decisões do pecuarista e o planejamento de sua produção. Essa observação pode ser útil na hora da compra de insumos e, também, na venda dos animais.

No caso do boi gordo, em relação aos preços médios reais deflacionados pelo IGP-DI de set/2017, verificou-se que maio é o mês que tende a apresentar os menores preços da arroba na série histórica do Cepea para as regiões de São Paulo, iniciada em 1997. A diferença entre os mínimos e máximos anuais, com base na série do Cepea, fica entre 7,49% e 7,60% para as praças que integram Araçatuba, Bauru/Marília, São José do Rio Preto e Presidente Prudente. Já para o Indicador ESALQ/BM&FBovespa do Boi Gordo, a variação é de 7,67%, conforme ilustrado na Figura 1.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

O que a Figura 1 demonstra é que, por exemplo, se o produtor está em abril com o animal pronto para abate, aguardando que o valor da arroba suba em maio, é importante que ele tenha em mente que a probabilidade de isso ocorrer é pequena em anos típicos, considerando-se as estatísticas históricas. Nesse sentido, é importante que ele saiba quanto o animal vai custar por mais um mês na propriedade, bem como o ganho de peso estimado.

Entre fevereiro e maio, a sazonalidade não só fica abaixo da linha vermelha como segue em queda.  Isso  pode ser explicado pela lei da oferta e da demanda. Conforme chega o final do período das águas, o volume de animais prontos para o abate é maior. De acordo com estimativas do Cepea, aproximadamente 90% dos animais são terminados a pasto no Brasil. Do mesmo modo, a partir de maio, a oferta de animais começa a se reduzir e o índice de sazonalidade sobe, sendo superior a 100 (a média) a partir de setembro.

 

CONFINAMENTO

Como apresentando na Figura 1, a partir de setembro, o índice supera a linha vermelha: ou seja, os preços tendem a subir, atingindo o ápice de 104,09 em novembro. Para confinadores, essa é uma informação estratégica, uma vez que os animais terminados nesse mês podem chegar aos maiores valores do ano.

Após as chuvas se regularizarem, de setembro em diante, em dois ou três meses, o volume de gado gordo a pasto passa a aumentar. A partir de novembro, o índice começa a ceder, mas mantém-se acima de 100 até janeiro e em 100 em fevereiro, caindo a partir de então.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

TRADUZINDO PARA OS PREÇOS

O índice de sazonalidade é uma ferramenta estatística. Porém, o pecuarista pode observá-lo no dia a dia. A Figura 2 ilustra a diferença dos preços médios reais, isto é, descontada a inflação, entre maio e novembro, desde 1998. Em quatro dos 19 anos, os preços em novembro foram inferiores aos de maio. Ainda assim, pouco abaixo, cerca de 4% ou 5%. Por outro lado, as altas são expressivas e alcançam 33% em 2010.

OUTRAS REGIÕES

Ao analisar o índice de sazonalidade nas 24 praças acompanhadas pelo Cepea, incluindo as quatro do estado de São Paulo, 54% delas apontam maio como o mês de menor preço, e novembro, o de maior. A sazonalidade tende a mudar conforme as características edafoclimáticas das regiões diferem da de São Paulo e, também, conforme a oferta de grãos para terminação intensiva no período da seca é maior. Quanto maior a oferta de grãos, maior tende a ser o volume de gado confinado, reduzindo a diferença entre o volume ofertado na safra e na entressafra.

ANOS ATÍPICOS

Quando há choques na cadeia, os preços podem não se comportar dessa forma, como tem ocorrido em 2017. Se não há problemas políticos ou extremos climáticos, entretanto, a sazonalidade é uma boa ferramenta para a tomada de decisão e o planejamento da produção.

 

RECADO FINAL

Pecuarista, 2017 é um dos mais desafiadores anos  para a cadeia. Além de olhar para o mercado no curto prazo, uma estratégia é compreender como os preços se comportam. A rentabilidade da sua atividade não é apenas resultado do preço de venda dos seus animais. Porém, planejar o momento de venda pode trazer melhores resultados. Além disso, intensificar sua produção também é uma forma de girar mais rapidamente seu fluxo de caixa. Compreender a sazonalidade no custo de produção também é estratégico. Para ajudá-lo a planejar seus desembolsos, esse será o tema do próximo Noticiário Tortuga. Fique ligado!

Esta análise foi realizada com os dados de boi gordo do Cepea. A base de dados é composta por informações de escritórios de compra e venda, do frigorífico e POR VOCÊ, pecuarista.

 

Sempre que vender seus animais, informe o Cepea. Não tem custo, mantemos sigilo absoluto e você ainda recebe análises como essa, gratuitamente. Para comunicar seus negócios, basta enviar uma mensagem pelo Whatsapp para o número (19) 99420-3080, dizendo “vendi meu gado e quero informar”. Entraremos em contato assim que recebermos sua mensagem.

METODOLOGIA

Estes resultados foram calculados com base no modelo de sazonalidade descrito por Hoffmann (2002), aplicado para commodities. Esse método normaliza as variações da série, diminuindo os efeitos abruptos ou atípicos de uma base de dados. Pretende-se, assim, buscar um valor matemático que expresse o comportamento de preços em período típicos, em que não há choques de oferta, nem de demanda.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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Do pasto para o confinamento: Como fazer uma adaptação eficiente  
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Bezerros_1

Manejo nutricional de bezerros de corte com alta eficiência produtiva e econômica

 

A pecuária de corte brasileira tem se consolidado como modelo de produção devido à crescente adoção de tecnologias que tem resultado em aumento de produtividade e da qualidade do produto final de forma sustentável... Leia mais

24/01/2019 | Autor: Victor Valério de Carvalho, Supervisor de Inovação e Ciência Aplicada em Bovinos de Corte







17/01/2018 | Autores: Sergio De Zen, Thiago Bernardino de Carvalho, Mariane Crespolini e Marianne Tufani

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

A bovinocultura de corte apresenta inúmeros desafios e tem passado por mudanças significativas, com ganhos expressivos em produtividade. Alguns riscos, se analisados ao longo do tempo, podem ser minimizados quando identificado um comportamento comum na série de dados. Analisar o comportamento sazonal  dos  preços, a partir de dados diários, é uma das estratégias para a tomada de decisões do pecuarista e o planejamento de sua produção. Essa observação pode ser útil na hora da compra de insumos e, também, na venda dos animais.

No caso do boi gordo, em relação aos preços médios reais deflacionados pelo IGP-DI de set/2017, verificou-se que maio é o mês que tende a apresentar os menores preços da arroba na série histórica do Cepea para as regiões de São Paulo, iniciada em 1997. A diferença entre os mínimos e máximos anuais, com base na série do Cepea, fica entre 7,49% e 7,60% para as praças que integram Araçatuba, Bauru/Marília, São José do Rio Preto e Presidente Prudente. Já para o Indicador ESALQ/BM&FBovespa do Boi Gordo, a variação é de 7,67%, conforme ilustrado na Figura 1.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

O que a Figura 1 demonstra é que, por exemplo, se o produtor está em abril com o animal pronto para abate, aguardando que o valor da arroba suba em maio, é importante que ele tenha em mente que a probabilidade de isso ocorrer é pequena em anos típicos, considerando-se as estatísticas históricas. Nesse sentido, é importante que ele saiba quanto o animal vai custar por mais um mês na propriedade, bem como o ganho de peso estimado.

Entre fevereiro e maio, a sazonalidade não só fica abaixo da linha vermelha como segue em queda.  Isso  pode ser explicado pela lei da oferta e da demanda. Conforme chega o final do período das águas, o volume de animais prontos para o abate é maior. De acordo com estimativas do Cepea, aproximadamente 90% dos animais são terminados a pasto no Brasil. Do mesmo modo, a partir de maio, a oferta de animais começa a se reduzir e o índice de sazonalidade sobe, sendo superior a 100 (a média) a partir de setembro.

 

CONFINAMENTO

Como apresentando na Figura 1, a partir de setembro, o índice supera a linha vermelha: ou seja, os preços tendem a subir, atingindo o ápice de 104,09 em novembro. Para confinadores, essa é uma informação estratégica, uma vez que os animais terminados nesse mês podem chegar aos maiores valores do ano.

Após as chuvas se regularizarem, de setembro em diante, em dois ou três meses, o volume de gado gordo a pasto passa a aumentar. A partir de novembro, o índice começa a ceder, mas mantém-se acima de 100 até janeiro e em 100 em fevereiro, caindo a partir de então.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

TRADUZINDO PARA OS PREÇOS

O índice de sazonalidade é uma ferramenta estatística. Porém, o pecuarista pode observá-lo no dia a dia. A Figura 2 ilustra a diferença dos preços médios reais, isto é, descontada a inflação, entre maio e novembro, desde 1998. Em quatro dos 19 anos, os preços em novembro foram inferiores aos de maio. Ainda assim, pouco abaixo, cerca de 4% ou 5%. Por outro lado, as altas são expressivas e alcançam 33% em 2010.

OUTRAS REGIÕES

Ao analisar o índice de sazonalidade nas 24 praças acompanhadas pelo Cepea, incluindo as quatro do estado de São Paulo, 54% delas apontam maio como o mês de menor preço, e novembro, o de maior. A sazonalidade tende a mudar conforme as características edafoclimáticas das regiões diferem da de São Paulo e, também, conforme a oferta de grãos para terminação intensiva no período da seca é maior. Quanto maior a oferta de grãos, maior tende a ser o volume de gado confinado, reduzindo a diferença entre o volume ofertado na safra e na entressafra.

ANOS ATÍPICOS

Quando há choques na cadeia, os preços podem não se comportar dessa forma, como tem ocorrido em 2017. Se não há problemas políticos ou extremos climáticos, entretanto, a sazonalidade é uma boa ferramenta para a tomada de decisão e o planejamento da produção.

 

RECADO FINAL

Pecuarista, 2017 é um dos mais desafiadores anos  para a cadeia. Além de olhar para o mercado no curto prazo, uma estratégia é compreender como os preços se comportam. A rentabilidade da sua atividade não é apenas resultado do preço de venda dos seus animais. Porém, planejar o momento de venda pode trazer melhores resultados. Além disso, intensificar sua produção também é uma forma de girar mais rapidamente seu fluxo de caixa. Compreender a sazonalidade no custo de produção também é estratégico. Para ajudá-lo a planejar seus desembolsos, esse será o tema do próximo Noticiário Tortuga. Fique ligado!

Esta análise foi realizada com os dados de boi gordo do Cepea. A base de dados é composta por informações de escritórios de compra e venda, do frigorífico e POR VOCÊ, pecuarista.

 

Sempre que vender seus animais, informe o Cepea. Não tem custo, mantemos sigilo absoluto e você ainda recebe análises como essa, gratuitamente. Para comunicar seus negócios, basta enviar uma mensagem pelo Whatsapp para o número (19) 99420-3080, dizendo “vendi meu gado e quero informar”. Entraremos em contato assim que recebermos sua mensagem.

METODOLOGIA

Estes resultados foram calculados com base no modelo de sazonalidade descrito por Hoffmann (2002), aplicado para commodities. Esse método normaliza as variações da série, diminuindo os efeitos abruptos ou atípicos de uma base de dados. Pretende-se, assim, buscar um valor matemático que expresse o comportamento de preços em período típicos, em que não há choques de oferta, nem de demanda.

 
 
 
 
 
 
 
 

17/01/2018 | Autores: Sergio De Zen, Thiago Bernardino de Carvalho, Mariane Crespolini e Marianne Tufani

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

A bovinocultura de corte apresenta inúmeros desafios e tem passado por mudanças significativas, com ganhos expressivos em produtividade. Alguns riscos, se analisados ao longo do tempo, podem ser minimizados quando identificado um comportamento comum na série de dados. Analisar o comportamento sazonal  dos  preços, a partir de dados diários, é uma das estratégias para a tomada de decisões do pecuarista e o planejamento de sua produção. Essa observação pode ser útil na hora da compra de insumos e, também, na venda dos animais.

No caso do boi gordo, em relação aos preços médios reais deflacionados pelo IGP-DI de set/2017, verificou-se que maio é o mês que tende a apresentar os menores preços da arroba na série histórica do Cepea para as regiões de São Paulo, iniciada em 1997. A diferença entre os mínimos e máximos anuais, com base na série do Cepea, fica entre 7,49% e 7,60% para as praças que integram Araçatuba, Bauru/Marília, São José do Rio Preto e Presidente Prudente. Já para o Indicador ESALQ/BM&FBovespa do Boi Gordo, a variação é de 7,67%, conforme ilustrado na Figura 1.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

O que a Figura 1 demonstra é que, por exemplo, se o produtor está em abril com o animal pronto para abate, aguardando que o valor da arroba suba em maio, é importante que ele tenha em mente que a probabilidade de isso ocorrer é pequena em anos típicos, considerando-se as estatísticas históricas. Nesse sentido, é importante que ele saiba quanto o animal vai custar por mais um mês na propriedade, bem como o ganho de peso estimado.

Entre fevereiro e maio, a sazonalidade não só fica abaixo da linha vermelha como segue em queda.  Isso  pode ser explicado pela lei da oferta e da demanda. Conforme chega o final do período das águas, o volume de animais prontos para o abate é maior. De acordo com estimativas do Cepea, aproximadamente 90% dos animais são terminados a pasto no Brasil. Do mesmo modo, a partir de maio, a oferta de animais começa a se reduzir e o índice de sazonalidade sobe, sendo superior a 100 (a média) a partir de setembro.

 

CONFINAMENTO

Como apresentando na Figura 1, a partir de setembro, o índice supera a linha vermelha: ou seja, os preços tendem a subir, atingindo o ápice de 104,09 em novembro. Para confinadores, essa é uma informação estratégica, uma vez que os animais terminados nesse mês podem chegar aos maiores valores do ano.

Após as chuvas se regularizarem, de setembro em diante, em dois ou três meses, o volume de gado gordo a pasto passa a aumentar. A partir de novembro, o índice começa a ceder, mas mantém-se acima de 100 até janeiro e em 100 em fevereiro, caindo a partir de então.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

TRADUZINDO PARA OS PREÇOS

O índice de sazonalidade é uma ferramenta estatística. Porém, o pecuarista pode observá-lo no dia a dia. A Figura 2 ilustra a diferença dos preços médios reais, isto é, descontada a inflação, entre maio e novembro, desde 1998. Em quatro dos 19 anos, os preços em novembro foram inferiores aos de maio. Ainda assim, pouco abaixo, cerca de 4% ou 5%. Por outro lado, as altas são expressivas e alcançam 33% em 2010.

OUTRAS REGIÕES

Ao analisar o índice de sazonalidade nas 24 praças acompanhadas pelo Cepea, incluindo as quatro do estado de São Paulo, 54% delas apontam maio como o mês de menor preço, e novembro, o de maior. A sazonalidade tende a mudar conforme as características edafoclimáticas das regiões diferem da de São Paulo e, também, conforme a oferta de grãos para terminação intensiva no período da seca é maior. Quanto maior a oferta de grãos, maior tende a ser o volume de gado confinado, reduzindo a diferença entre o volume ofertado na safra e na entressafra.

ANOS ATÍPICOS

Quando há choques na cadeia, os preços podem não se comportar dessa forma, como tem ocorrido em 2017. Se não há problemas políticos ou extremos climáticos, entretanto, a sazonalidade é uma boa ferramenta para a tomada de decisão e o planejamento da produção.

 

RECADO FINAL

Pecuarista, 2017 é um dos mais desafiadores anos  para a cadeia. Além de olhar para o mercado no curto prazo, uma estratégia é compreender como os preços se comportam. A rentabilidade da sua atividade não é apenas resultado do preço de venda dos seus animais. Porém, planejar o momento de venda pode trazer melhores resultados. Além disso, intensificar sua produção também é uma forma de girar mais rapidamente seu fluxo de caixa. Compreender a sazonalidade no custo de produção também é estratégico. Para ajudá-lo a planejar seus desembolsos, esse será o tema do próximo Noticiário Tortuga. Fique ligado!

Esta análise foi realizada com os dados de boi gordo do Cepea. A base de dados é composta por informações de escritórios de compra e venda, do frigorífico e POR VOCÊ, pecuarista.

 

Sempre que vender seus animais, informe o Cepea. Não tem custo, mantemos sigilo absoluto e você ainda recebe análises como essa, gratuitamente. Para comunicar seus negócios, basta enviar uma mensagem pelo Whatsapp para o número (19) 99420-3080, dizendo “vendi meu gado e quero informar”. Entraremos em contato assim que recebermos sua mensagem.

METODOLOGIA

Estes resultados foram calculados com base no modelo de sazonalidade descrito por Hoffmann (2002), aplicado para commodities. Esse método normaliza as variações da série, diminuindo os efeitos abruptos ou atípicos de uma base de dados. Pretende-se, assim, buscar um valor matemático que expresse o comportamento de preços em período típicos, em que não há choques de oferta, nem de demanda.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Gestão campeã em gado de corte: Como ter uma fazenda rentável 

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Quer ter bons resultados na produção de bovinos? Cuide bem dos sues cavalos!  
Cuide bem dos seus cavalos!
 
 

O que você deve avaliar antes de montar um confinamento de gado de corte  

 
 

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Do pasto para o confinamento: Como fazer uma adaptação eficiente  
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Brasil aumenta sua participação global nas exportações de carne bovina

 

Você sabia que o Brasil é o maior exportador de carne bovina? E, mais do que isso, alcançamos o primeiro lugar, exportando apenas 20% do total produzido. Para 2019, de acordo com o USDA (United States Department of Agriculture - Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), a perspectiva é que o Brasil aumente em 5% o volume exportado. ... Leia mais

14/01/2019 | Autora: Mariane Crespolini - Mestre e doutoranda em Desenvolvimento Econômico pela Unicamp, pesquisadora e pecuarista





17/01/2018 | Autores: Sergio De Zen, Thiago Bernardino de Carvalho, Mariane Crespolini e Marianne Tufani

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

A bovinocultura de corte apresenta inúmeros desafios e tem passado por mudanças significativas, com ganhos expressivos em produtividade. Alguns riscos, se analisados ao longo do tempo, podem ser minimizados quando identificado um comportamento comum na série de dados. Analisar o comportamento sazonal  dos  preços, a partir de dados diários, é uma das estratégias para a tomada de decisões do pecuarista e o planejamento de sua produção. Essa observação pode ser útil na hora da compra de insumos e, também, na venda dos animais.

No caso do boi gordo, em relação aos preços médios reais deflacionados pelo IGP-DI de set/2017, verificou-se que maio é o mês que tende a apresentar os menores preços da arroba na série histórica do Cepea para as regiões de São Paulo, iniciada em 1997. A diferença entre os mínimos e máximos anuais, com base na série do Cepea, fica entre 7,49% e 7,60% para as praças que integram Araçatuba, Bauru/Marília, São José do Rio Preto e Presidente Prudente. Já para o Indicador ESALQ/BM&FBovespa do Boi Gordo, a variação é de 7,67%, conforme ilustrado na Figura 1.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

O que a Figura 1 demonstra é que, por exemplo, se o produtor está em abril com o animal pronto para abate, aguardando que o valor da arroba suba em maio, é importante que ele tenha em mente que a probabilidade de isso ocorrer é pequena em anos típicos, considerando-se as estatísticas históricas. Nesse sentido, é importante que ele saiba quanto o animal vai custar por mais um mês na propriedade, bem como o ganho de peso estimado.

Entre fevereiro e maio, a sazonalidade não só fica abaixo da linha vermelha como segue em queda.  Isso  pode ser explicado pela lei da oferta e da demanda. Conforme chega o final do período das águas, o volume de animais prontos para o abate é maior. De acordo com estimativas do Cepea, aproximadamente 90% dos animais são terminados a pasto no Brasil. Do mesmo modo, a partir de maio, a oferta de animais começa a se reduzir e o índice de sazonalidade sobe, sendo superior a 100 (a média) a partir de setembro.

 

CONFINAMENTO

Como apresentando na Figura 1, a partir de setembro, o índice supera a linha vermelha: ou seja, os preços tendem a subir, atingindo o ápice de 104,09 em novembro. Para confinadores, essa é uma informação estratégica, uma vez que os animais terminados nesse mês podem chegar aos maiores valores do ano.

Após as chuvas se regularizarem, de setembro em diante, em dois ou três meses, o volume de gado gordo a pasto passa a aumentar. A partir de novembro, o índice começa a ceder, mas mantém-se acima de 100 até janeiro e em 100 em fevereiro, caindo a partir de então.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

TRADUZINDO PARA OS PREÇOS

O índice de sazonalidade é uma ferramenta estatística. Porém, o pecuarista pode observá-lo no dia a dia. A Figura 2 ilustra a diferença dos preços médios reais, isto é, descontada a inflação, entre maio e novembro, desde 1998. Em quatro dos 19 anos, os preços em novembro foram inferiores aos de maio. Ainda assim, pouco abaixo, cerca de 4% ou 5%. Por outro lado, as altas são expressivas e alcançam 33% em 2010.

OUTRAS REGIÕES

Ao analisar o índice de sazonalidade nas 24 praças acompanhadas pelo Cepea, incluindo as quatro do estado de São Paulo, 54% delas apontam maio como o mês de menor preço, e novembro, o de maior. A sazonalidade tende a mudar conforme as características edafoclimáticas das regiões diferem da de São Paulo e, também, conforme a oferta de grãos para terminação intensiva no período da seca é maior. Quanto maior a oferta de grãos, maior tende a ser o volume de gado confinado, reduzindo a diferença entre o volume ofertado na safra e na entressafra.

ANOS ATÍPICOS

Quando há choques na cadeia, os preços podem não se comportar dessa forma, como tem ocorrido em 2017. Se não há problemas políticos ou extremos climáticos, entretanto, a sazonalidade é uma boa ferramenta para a tomada de decisão e o planejamento da produção.

 

RECADO FINAL

Pecuarista, 2017 é um dos mais desafiadores anos  para a cadeia. Além de olhar para o mercado no curto prazo, uma estratégia é compreender como os preços se comportam. A rentabilidade da sua atividade não é apenas resultado do preço de venda dos seus animais. Porém, planejar o momento de venda pode trazer melhores resultados. Além disso, intensificar sua produção também é uma forma de girar mais rapidamente seu fluxo de caixa. Compreender a sazonalidade no custo de produção também é estratégico. Para ajudá-lo a planejar seus desembolsos, esse será o tema do próximo Noticiário Tortuga. Fique ligado!

Esta análise foi realizada com os dados de boi gordo do Cepea. A base de dados é composta por informações de escritórios de compra e venda, do frigorífico e POR VOCÊ, pecuarista.

 

Sempre que vender seus animais, informe o Cepea. Não tem custo, mantemos sigilo absoluto e você ainda recebe análises como essa, gratuitamente. Para comunicar seus negócios, basta enviar uma mensagem pelo Whatsapp para o número (19) 99420-3080, dizendo “vendi meu gado e quero informar”. Entraremos em contato assim que recebermos sua mensagem.

METODOLOGIA

Estes resultados foram calculados com base no modelo de sazonalidade descrito por Hoffmann (2002), aplicado para commodities. Esse método normaliza as variações da série, diminuindo os efeitos abruptos ou atípicos de uma base de dados. Pretende-se, assim, buscar um valor matemático que expresse o comportamento de preços em período típicos, em que não há choques de oferta, nem de demanda.

 
 
 
 
 
 
 
 

17/01/2018 | Autores: Sergio De Zen, Thiago Bernardino de Carvalho, Mariane Crespolini e Marianne Tufani

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

A bovinocultura de corte apresenta inúmeros desafios e tem passado por mudanças significativas, com ganhos expressivos em produtividade. Alguns riscos, se analisados ao longo do tempo, podem ser minimizados quando identificado um comportamento comum na série de dados. Analisar o comportamento sazonal  dos  preços, a partir de dados diários, é uma das estratégias para a tomada de decisões do pecuarista e o planejamento de sua produção. Essa observação pode ser útil na hora da compra de insumos e, também, na venda dos animais.

No caso do boi gordo, em relação aos preços médios reais deflacionados pelo IGP-DI de set/2017, verificou-se que maio é o mês que tende a apresentar os menores preços da arroba na série histórica do Cepea para as regiões de São Paulo, iniciada em 1997. A diferença entre os mínimos e máximos anuais, com base na série do Cepea, fica entre 7,49% e 7,60% para as praças que integram Araçatuba, Bauru/Marília, São José do Rio Preto e Presidente Prudente. Já para o Indicador ESALQ/BM&FBovespa do Boi Gordo, a variação é de 7,67%, conforme ilustrado na Figura 1.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

O que a Figura 1 demonstra é que, por exemplo, se o produtor está em abril com o animal pronto para abate, aguardando que o valor da arroba suba em maio, é importante que ele tenha em mente que a probabilidade de isso ocorrer é pequena em anos típicos, considerando-se as estatísticas históricas. Nesse sentido, é importante que ele saiba quanto o animal vai custar por mais um mês na propriedade, bem como o ganho de peso estimado.

Entre fevereiro e maio, a sazonalidade não só fica abaixo da linha vermelha como segue em queda.  Isso  pode ser explicado pela lei da oferta e da demanda. Conforme chega o final do período das águas, o volume de animais prontos para o abate é maior. De acordo com estimativas do Cepea, aproximadamente 90% dos animais são terminados a pasto no Brasil. Do mesmo modo, a partir de maio, a oferta de animais começa a se reduzir e o índice de sazonalidade sobe, sendo superior a 100 (a média) a partir de setembro.

 

CONFINAMENTO

Como apresentando na Figura 1, a partir de setembro, o índice supera a linha vermelha: ou seja, os preços tendem a subir, atingindo o ápice de 104,09 em novembro. Para confinadores, essa é uma informação estratégica, uma vez que os animais terminados nesse mês podem chegar aos maiores valores do ano.

Após as chuvas se regularizarem, de setembro em diante, em dois ou três meses, o volume de gado gordo a pasto passa a aumentar. A partir de novembro, o índice começa a ceder, mas mantém-se acima de 100 até janeiro e em 100 em fevereiro, caindo a partir de então.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

TRADUZINDO PARA OS PREÇOS

O índice de sazonalidade é uma ferramenta estatística. Porém, o pecuarista pode observá-lo no dia a dia. A Figura 2 ilustra a diferença dos preços médios reais, isto é, descontada a inflação, entre maio e novembro, desde 1998. Em quatro dos 19 anos, os preços em novembro foram inferiores aos de maio. Ainda assim, pouco abaixo, cerca de 4% ou 5%. Por outro lado, as altas são expressivas e alcançam 33% em 2010.

OUTRAS REGIÕES

Ao analisar o índice de sazonalidade nas 24 praças acompanhadas pelo Cepea, incluindo as quatro do estado de São Paulo, 54% delas apontam maio como o mês de menor preço, e novembro, o de maior. A sazonalidade tende a mudar conforme as características edafoclimáticas das regiões diferem da de São Paulo e, também, conforme a oferta de grãos para terminação intensiva no período da seca é maior. Quanto maior a oferta de grãos, maior tende a ser o volume de gado confinado, reduzindo a diferença entre o volume ofertado na safra e na entressafra.

ANOS ATÍPICOS

Quando há choques na cadeia, os preços podem não se comportar dessa forma, como tem ocorrido em 2017. Se não há problemas políticos ou extremos climáticos, entretanto, a sazonalidade é uma boa ferramenta para a tomada de decisão e o planejamento da produção.

 

RECADO FINAL

Pecuarista, 2017 é um dos mais desafiadores anos  para a cadeia. Além de olhar para o mercado no curto prazo, uma estratégia é compreender como os preços se comportam. A rentabilidade da sua atividade não é apenas resultado do preço de venda dos seus animais. Porém, planejar o momento de venda pode trazer melhores resultados. Além disso, intensificar sua produção também é uma forma de girar mais rapidamente seu fluxo de caixa. Compreender a sazonalidade no custo de produção também é estratégico. Para ajudá-lo a planejar seus desembolsos, esse será o tema do próximo Noticiário Tortuga. Fique ligado!

Esta análise foi realizada com os dados de boi gordo do Cepea. A base de dados é composta por informações de escritórios de compra e venda, do frigorífico e POR VOCÊ, pecuarista.

 

Sempre que vender seus animais, informe o Cepea. Não tem custo, mantemos sigilo absoluto e você ainda recebe análises como essa, gratuitamente. Para comunicar seus negócios, basta enviar uma mensagem pelo Whatsapp para o número (19) 99420-3080, dizendo “vendi meu gado e quero informar”. Entraremos em contato assim que recebermos sua mensagem.

METODOLOGIA

Estes resultados foram calculados com base no modelo de sazonalidade descrito por Hoffmann (2002), aplicado para commodities. Esse método normaliza as variações da série, diminuindo os efeitos abruptos ou atípicos de uma base de dados. Pretende-se, assim, buscar um valor matemático que expresse o comportamento de preços em período típicos, em que não há choques de oferta, nem de demanda.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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Como aumentar a eficiência alimentar em dietas de confinamento

 

Na última década foi observado o aumento do teor de concentrado nas dietas dos confinamentos brasileiros. Em 2004, segundo levantamento da Assocon (Associação Nacional da Pecuária Intensiva), a média de inclusão de concentrado nos confinamentos do Brasil era de 61% ... Leia mais

02/01/2019 | Autores: Gustavo Monteiro - Gerente técnico regional N/NE e Marcus Vinicius Bueno - Supervisor de vendas TO



17/01/2018 | Autores: Sergio De Zen, Thiago Bernardino de Carvalho, Mariane Crespolini e Marianne Tufani

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

A bovinocultura de corte apresenta inúmeros desafios e tem passado por mudanças significativas, com ganhos expressivos em produtividade. Alguns riscos, se analisados ao longo do tempo, podem ser minimizados quando identificado um comportamento comum na série de dados. Analisar o comportamento sazonal  dos  preços, a partir de dados diários, é uma das estratégias para a tomada de decisões do pecuarista e o planejamento de sua produção. Essa observação pode ser útil na hora da compra de insumos e, também, na venda dos animais.

No caso do boi gordo, em relação aos preços médios reais deflacionados pelo IGP-DI de set/2017, verificou-se que maio é o mês que tende a apresentar os menores preços da arroba na série histórica do Cepea para as regiões de São Paulo, iniciada em 1997. A diferença entre os mínimos e máximos anuais, com base na série do Cepea, fica entre 7,49% e 7,60% para as praças que integram Araçatuba, Bauru/Marília, São José do Rio Preto e Presidente Prudente. Já para o Indicador ESALQ/BM&FBovespa do Boi Gordo, a variação é de 7,67%, conforme ilustrado na Figura 1.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

O que a Figura 1 demonstra é que, por exemplo, se o produtor está em abril com o animal pronto para abate, aguardando que o valor da arroba suba em maio, é importante que ele tenha em mente que a probabilidade de isso ocorrer é pequena em anos típicos, considerando-se as estatísticas históricas. Nesse sentido, é importante que ele saiba quanto o animal vai custar por mais um mês na propriedade, bem como o ganho de peso estimado.

Entre fevereiro e maio, a sazonalidade não só fica abaixo da linha vermelha como segue em queda.  Isso  pode ser explicado pela lei da oferta e da demanda. Conforme chega o final do período das águas, o volume de animais prontos para o abate é maior. De acordo com estimativas do Cepea, aproximadamente 90% dos animais são terminados a pasto no Brasil. Do mesmo modo, a partir de maio, a oferta de animais começa a se reduzir e o índice de sazonalidade sobe, sendo superior a 100 (a média) a partir de setembro.

 

CONFINAMENTO

Como apresentando na Figura 1, a partir de setembro, o índice supera a linha vermelha: ou seja, os preços tendem a subir, atingindo o ápice de 104,09 em novembro. Para confinadores, essa é uma informação estratégica, uma vez que os animais terminados nesse mês podem chegar aos maiores valores do ano.

Após as chuvas se regularizarem, de setembro em diante, em dois ou três meses, o volume de gado gordo a pasto passa a aumentar. A partir de novembro, o índice começa a ceder, mas mantém-se acima de 100 até janeiro e em 100 em fevereiro, caindo a partir de então.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

TRADUZINDO PARA OS PREÇOS

O índice de sazonalidade é uma ferramenta estatística. Porém, o pecuarista pode observá-lo no dia a dia. A Figura 2 ilustra a diferença dos preços médios reais, isto é, descontada a inflação, entre maio e novembro, desde 1998. Em quatro dos 19 anos, os preços em novembro foram inferiores aos de maio. Ainda assim, pouco abaixo, cerca de 4% ou 5%. Por outro lado, as altas são expressivas e alcançam 33% em 2010.

OUTRAS REGIÕES

Ao analisar o índice de sazonalidade nas 24 praças acompanhadas pelo Cepea, incluindo as quatro do estado de São Paulo, 54% delas apontam maio como o mês de menor preço, e novembro, o de maior. A sazonalidade tende a mudar conforme as características edafoclimáticas das regiões diferem da de São Paulo e, também, conforme a oferta de grãos para terminação intensiva no período da seca é maior. Quanto maior a oferta de grãos, maior tende a ser o volume de gado confinado, reduzindo a diferença entre o volume ofertado na safra e na entressafra.

ANOS ATÍPICOS

Quando há choques na cadeia, os preços podem não se comportar dessa forma, como tem ocorrido em 2017. Se não há problemas políticos ou extremos climáticos, entretanto, a sazonalidade é uma boa ferramenta para a tomada de decisão e o planejamento da produção.

 

RECADO FINAL

Pecuarista, 2017 é um dos mais desafiadores anos  para a cadeia. Além de olhar para o mercado no curto prazo, uma estratégia é compreender como os preços se comportam. A rentabilidade da sua atividade não é apenas resultado do preço de venda dos seus animais. Porém, planejar o momento de venda pode trazer melhores resultados. Além disso, intensificar sua produção também é uma forma de girar mais rapidamente seu fluxo de caixa. Compreender a sazonalidade no custo de produção também é estratégico. Para ajudá-lo a planejar seus desembolsos, esse será o tema do próximo Noticiário Tortuga. Fique ligado!

Esta análise foi realizada com os dados de boi gordo do Cepea. A base de dados é composta por informações de escritórios de compra e venda, do frigorífico e POR VOCÊ, pecuarista.

 

Sempre que vender seus animais, informe o Cepea. Não tem custo, mantemos sigilo absoluto e você ainda recebe análises como essa, gratuitamente. Para comunicar seus negócios, basta enviar uma mensagem pelo Whatsapp para o número (19) 99420-3080, dizendo “vendi meu gado e quero informar”. Entraremos em contato assim que recebermos sua mensagem.

METODOLOGIA

Estes resultados foram calculados com base no modelo de sazonalidade descrito por Hoffmann (2002), aplicado para commodities. Esse método normaliza as variações da série, diminuindo os efeitos abruptos ou atípicos de uma base de dados. Pretende-se, assim, buscar um valor matemático que expresse o comportamento de preços em período típicos, em que não há choques de oferta, nem de demanda.

 
 
 
 
 
 
 
 

17/01/2018 | Autores: Sergio De Zen, Thiago Bernardino de Carvalho, Mariane Crespolini e Marianne Tufani

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

A bovinocultura de corte apresenta inúmeros desafios e tem passado por mudanças significativas, com ganhos expressivos em produtividade. Alguns riscos, se analisados ao longo do tempo, podem ser minimizados quando identificado um comportamento comum na série de dados. Analisar o comportamento sazonal  dos  preços, a partir de dados diários, é uma das estratégias para a tomada de decisões do pecuarista e o planejamento de sua produção. Essa observação pode ser útil na hora da compra de insumos e, também, na venda dos animais.

No caso do boi gordo, em relação aos preços médios reais deflacionados pelo IGP-DI de set/2017, verificou-se que maio é o mês que tende a apresentar os menores preços da arroba na série histórica do Cepea para as regiões de São Paulo, iniciada em 1997. A diferença entre os mínimos e máximos anuais, com base na série do Cepea, fica entre 7,49% e 7,60% para as praças que integram Araçatuba, Bauru/Marília, São José do Rio Preto e Presidente Prudente. Já para o Indicador ESALQ/BM&FBovespa do Boi Gordo, a variação é de 7,67%, conforme ilustrado na Figura 1.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

O que a Figura 1 demonstra é que, por exemplo, se o produtor está em abril com o animal pronto para abate, aguardando que o valor da arroba suba em maio, é importante que ele tenha em mente que a probabilidade de isso ocorrer é pequena em anos típicos, considerando-se as estatísticas históricas. Nesse sentido, é importante que ele saiba quanto o animal vai custar por mais um mês na propriedade, bem como o ganho de peso estimado.

Entre fevereiro e maio, a sazonalidade não só fica abaixo da linha vermelha como segue em queda.  Isso  pode ser explicado pela lei da oferta e da demanda. Conforme chega o final do período das águas, o volume de animais prontos para o abate é maior. De acordo com estimativas do Cepea, aproximadamente 90% dos animais são terminados a pasto no Brasil. Do mesmo modo, a partir de maio, a oferta de animais começa a se reduzir e o índice de sazonalidade sobe, sendo superior a 100 (a média) a partir de setembro.

 

CONFINAMENTO

Como apresentando na Figura 1, a partir de setembro, o índice supera a linha vermelha: ou seja, os preços tendem a subir, atingindo o ápice de 104,09 em novembro. Para confinadores, essa é uma informação estratégica, uma vez que os animais terminados nesse mês podem chegar aos maiores valores do ano.

Após as chuvas se regularizarem, de setembro em diante, em dois ou três meses, o volume de gado gordo a pasto passa a aumentar. A partir de novembro, o índice começa a ceder, mas mantém-se acima de 100 até janeiro e em 100 em fevereiro, caindo a partir de então.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

TRADUZINDO PARA OS PREÇOS

O índice de sazonalidade é uma ferramenta estatística. Porém, o pecuarista pode observá-lo no dia a dia. A Figura 2 ilustra a diferença dos preços médios reais, isto é, descontada a inflação, entre maio e novembro, desde 1998. Em quatro dos 19 anos, os preços em novembro foram inferiores aos de maio. Ainda assim, pouco abaixo, cerca de 4% ou 5%. Por outro lado, as altas são expressivas e alcançam 33% em 2010.

OUTRAS REGIÕES

Ao analisar o índice de sazonalidade nas 24 praças acompanhadas pelo Cepea, incluindo as quatro do estado de São Paulo, 54% delas apontam maio como o mês de menor preço, e novembro, o de maior. A sazonalidade tende a mudar conforme as características edafoclimáticas das regiões diferem da de São Paulo e, também, conforme a oferta de grãos para terminação intensiva no período da seca é maior. Quanto maior a oferta de grãos, maior tende a ser o volume de gado confinado, reduzindo a diferença entre o volume ofertado na safra e na entressafra.

ANOS ATÍPICOS

Quando há choques na cadeia, os preços podem não se comportar dessa forma, como tem ocorrido em 2017. Se não há problemas políticos ou extremos climáticos, entretanto, a sazonalidade é uma boa ferramenta para a tomada de decisão e o planejamento da produção.

 

RECADO FINAL

Pecuarista, 2017 é um dos mais desafiadores anos  para a cadeia. Além de olhar para o mercado no curto prazo, uma estratégia é compreender como os preços se comportam. A rentabilidade da sua atividade não é apenas resultado do preço de venda dos seus animais. Porém, planejar o momento de venda pode trazer melhores resultados. Além disso, intensificar sua produção também é uma forma de girar mais rapidamente seu fluxo de caixa. Compreender a sazonalidade no custo de produção também é estratégico. Para ajudá-lo a planejar seus desembolsos, esse será o tema do próximo Noticiário Tortuga. Fique ligado!

Esta análise foi realizada com os dados de boi gordo do Cepea. A base de dados é composta por informações de escritórios de compra e venda, do frigorífico e POR VOCÊ, pecuarista.

 

Sempre que vender seus animais, informe o Cepea. Não tem custo, mantemos sigilo absoluto e você ainda recebe análises como essa, gratuitamente. Para comunicar seus negócios, basta enviar uma mensagem pelo Whatsapp para o número (19) 99420-3080, dizendo “vendi meu gado e quero informar”. Entraremos em contato assim que recebermos sua mensagem.

METODOLOGIA

Estes resultados foram calculados com base no modelo de sazonalidade descrito por Hoffmann (2002), aplicado para commodities. Esse método normaliza as variações da série, diminuindo os efeitos abruptos ou atípicos de uma base de dados. Pretende-se, assim, buscar um valor matemático que expresse o comportamento de preços em período típicos, em que não há choques de oferta, nem de demanda.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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Gestão campeã em gado de corte: Como ter uma fazenda rentável
Quer ter bons resultados na produção de bovinos? Cuide bem dos sues cavalos!  
Cuide bem dos seus cavalos!
 
 

O que você deve avaliar antes de montar um confinamento de gado de corte  

 
 

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Do pasto para o confinamento: Como fazer uma adaptação eficiente  
Do pasto para o confinamento: Como fazer uma adaptação eficiente  
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Como prevenir a osteodistrofia fibrosa em equinos, conhecida como “cara inchada”

Em razão do baixo investimento na criação de equinos, tradicionalmente a suplementação nutricional dos animais de lida fica em segundo plano, acarretando uma nutrição inadequada dos mesmos. E, dentre os vários distúrbios ocasionados por este fator, a Osteodistrofia Fibrosa, também conhecida como “cara inchada”, é a mais corriqueira... Leia mais

28/11/2018 | Autor: Velter Rosa, Assistente Técnico Comercial 

 

17/01/2018 | Autores: Sergio De Zen, Thiago Bernardino de Carvalho, Mariane Crespolini e Marianne Tufani

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

A bovinocultura de corte apresenta inúmeros desafios e tem passado por mudanças significativas, com ganhos expressivos em produtividade. Alguns riscos, se analisados ao longo do tempo, podem ser minimizados quando identificado um comportamento comum na série de dados. Analisar o comportamento sazonal  dos  preços, a partir de dados diários, é uma das estratégias para a tomada de decisões do pecuarista e o planejamento de sua produção. Essa observação pode ser útil na hora da compra de insumos e, também, na venda dos animais.

No caso do boi gordo, em relação aos preços médios reais deflacionados pelo IGP-DI de set/2017, verificou-se que maio é o mês que tende a apresentar os menores preços da arroba na série histórica do Cepea para as regiões de São Paulo, iniciada em 1997. A diferença entre os mínimos e máximos anuais, com base na série do Cepea, fica entre 7,49% e 7,60% para as praças que integram Araçatuba, Bauru/Marília, São José do Rio Preto e Presidente Prudente. Já para o Indicador ESALQ/BM&FBovespa do Boi Gordo, a variação é de 7,67%, conforme ilustrado na Figura 1.