Tortuga

Edição 2016 do Tour DSM de Confinamento é lançada durante Fórum da Pecuária Lucrativa em Ribeirão Preto (SP)

Edição 2016 do Tour DSM de Confinamento é lançada durante Fórum da Pecuária Lucrativa em Ribeirão Preto (SP)

03 nov 2016 03:45 CET

Tour DSM de Confinamento mostra tecnologias que elevam os níveis zootécnicos e econômicos da pecuária pela produção de animais pesados, mais eficientes e com melhor rendimento nas principais praças do País.

Agosto de 2016 – A DSM, detentora da marca Tortuga de suplementos nutricionais para ruminantes, anuncia a realização da segunda edição do Tour DSM de Confinamento. Entre os meses de agosto a outubro, serão realizados vários eventos presenciais em confinamentos nas principais regiões produtoras de gado de corte do País para que os pecuaristas vejam de perto os resultados da aplicação das novas tecnologias da companhia que, ano passado, já se mostraram eficazes ao contribuírem para gerar uma arroba a mais por cabeça no confinamento, em média. Para este ano, além dos eventos de abertura e fechamento, estão planejadas novamente a realização de oito etapas em cinco Estados: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, São Paulo e Bahia.

A abertura será realizada em 10 de agosto, quarta-feira, no Fórum da Pecuária Lucrativa, no Centro de Eventos do Ribeirão Shopping, em Ribeirão Preto (SP), em palestras de dois executivos da área de ruminantes da companhia. O gerente de categoria Confinamento da DSM, Marcos Baruselli, por exemplo, apresentará aos participantes um panorama da relação “Semiconfinamento versus o confinamento: qual a melhor decisão diante das adversidades do mercado”. O gerente de categoria Gado de Corte da empresa, Luciano Morgan, por sua vez, apresentará uma “Análise de custos e resultados dos ciclos de recria e engorda”.

“Ao ampliar o fornecimento dos nossos produtos para os confinamentos que já tiveram uma experiência positiva no ano passado, esperamos elevar ainda mais o peso médio, o acabamento dos animais e a conformação de carcaça, gerando maior rentabilidade aos pecuaristas que trabalham com sistemas de confinamento e semiconfinamento”, conta Baruselli.

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